Cabrita Musical Frenética

Blog da Cabrita Frenética! Para você que achava que rir de besteira era exclusividade de gente besta.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mil corações

Tava conversando com um moço outro dia, falando sobre as minhas experiências na exposição agropecuária de Abaeté (calma, gentem! Nem sou vaca pra ser a atração principal, eu sou cabrita!). Já vi rodeio com criança montando ovelha, já visitei as vacas de perto e quis muito comprar uma (como o bom gosto aqui é grande, fui direto numa Nelore. Coitada de mim, achei que iria ter dinheiro! Hahaha!), e, é claro, já fui nos shows. Já vi Tianastácia? Já. Já vi Zé Ramalho? Já (um os melhores shows que já fui, o cara tem presença de palco e um vozeirão, né). Já vi Almir Sater? Já.
Mas como comecei minha carreira, no Expo Abaeté? Gian e Giovani.
Ah, gente, foi lindo, né. Eles cantaram a música de hoje, e no refrão realmente corações cairam na platéia! (de papel prateado, ainda bem) Eu pensei em colocar boate azul hoje, mas não posso. Hoje o dia é de Mil Corações, e dedico a música pra alguém que vai fazer sua estréia nas exposições agropecuárias em breve, com votos de que seja em grande estilo como a minha. (hahaha é, Mocinho, Gian e Giovani é só pra mim, talvez vc consiga, no máximo, Edson e Hudson, o que já não é a mesma coisa. Mas desejo uma grande estréia, ainda assim (de preferência com muita cerveja, pq sem álcool fica enlouquecedor. rs)!)

Ah sim! Antes da música...
Segundo a Wikipedia, Aparecido (Gian) e Marcelo (Giovanni) são dois irmãos paulistas, de Franca, que conheceram o sucesso com a música "Amante anônimo" (ah ah, ah. Não vou comentar esse nome... Viva o maravilhoso gosto musical da população do Brasil...).
Ainda bem que a música de hoje tem, pelo menos, um nome normal...


Mil Corações

Já faz tanto tempo que saí da sua vida
Sei o quanto eu errei
E foi por isso que eu parti (gostei, o rapaz tem vergonha na cara)
O mundo aqui de fora não me deu outra saía
Você não sai do pensamento
E hoje sei o tempo que perdi (é, precisa perder pra ar valor, né? Que feio!)
Mas confesso que eu tenho tanto medo de voltar
Medo de encontrar alguém que está tomando meu lugar (Eita egoísmo! Deixa a moça viver!)
Não sei se ainda quer que eu volte
É um risco que vou correr
Se quer me dar mais uma chance
Um pedido eu quero te fazer

Se ainda me ama
Desenhe um coração com meu nome
E deixe no portão (eeeita baraguisse! e ainda por cima é covarde, não quer tomar um não ao vivo!)
Se ainda me ama
Desenhe um coração com meu nome
E deixe no portão se ainda me ama

Hoje sou um prisioneiro do que eu mesmo fiz (pelo menos é humilde, né)
A porta da prisão fechada
E eu não via a hora de sair
Agora está em suas mãos a chave que perdi (muuuito bom deixar a própria felicidade na mãos dos outros, aff)
É um simples coração desenhado que pedi

Eu mal podia esperar a hora de chegar
E assim poder te ver
Mas quanto mais chegava perto
Não sabia ao certo o que ia acontecer (ser realista é bom. Gostei)
De repente eu vi de longe uma coisa que me fez chorar
A surpresa foi tão grande que eu não pude acreditar

Mil corações deixados no portão
Com o meu nome escrito com batom (isso é pra moça: burra!!!!)
Mil corações
Mil corações deixados no portão
Com o meu nome escrito com batom
Mil corações

Veredito da Cabrita: O cara sabe que errou, e merece um desconto por isso. Mas é egoísta, não quer que a moça siga em frente na vida dela, e isso é mau. Fora que ele não quis contar de jeito nenhum qual foi o erro que cometeu, suspeito que não seja coisa pouca. Blé.
Eu iria falar (mal) da moça, mas melhor não. Vai ver ela não era cabrita, era só boba, e com certeza não era frenética. Aff.

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